OS DESERTOS DA VIDA


Texto Base: 1 Coríntios 10:1-11

?Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar,
2 tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés.
3 Todos eles comeram de um só manjar espiritual
4 e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo.
5 Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto.
6 Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.
7 Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se.
8 E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil.
9 Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes.
10 Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador.
11 Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado.?

O deserto faz parte da história do povo de Deus. Aqui Paulo faz alusão ao deserto percorrido pelos hebreus quando saíram do cativeiro egípcio. Desta experiência, Paulo passa a ensinar algumas lições para os irmãos de Corinto. O deserto, assim como é um lugar de transição, é também um lugar de perigos.

O deserto se caracteriza como um lugar de provas, de lutas e a maioria daqueles hebreus ficou prostrada nele. Não suportaram a adversidade e não resistiram diante das provações próprias de um deserto. 

O deserto é árido, quente, adverso ao bem estar, traz inúmeros inconvenientes. Porém, o deserto é necessário. Ele é parte do propósito de Deus para chegada do seu povo à Canaã.
Nós também estávamos no Egito. No Egito do pecado, das ilusões que o mundo nos oferece, entretanto, ainda não chegamos à Canaã e nessa longa caminhada enfrentamos muitos momentos de deserto na nossa vida.

Quem está passando por alguma luta sabe bem do que eu estou falando. Uma perda, um enfermidade, uma dificuldade de qualquer ordem são também desertos pelos quais passamos.

Sei que é difícil não reclamar. Sei que para eu abrir a Bíblia e falar é mais fácil do que enfrentar, vivenciar o problema. Só que eu também tenho os meus momentos de desertos, todos nós os temos. São instantes em que parecemos sozinhos, em que parece que Deus se esqueceu de nós, os nossos amigos se afastaram, as pessoas em que confiava sumiram e a cada esforço tudo parece piorar.

São nestes os momentos em que os grandes riscos se apresentam. (1 Co 10:6-10) ?Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se. E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil. Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes. Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador.

?    O risco do olhar para trás e desejar de novo o Egito que representa o mundo do pecado, querer voltar pra lá. Muitos caíram assim. Olharam para trás, para o Egito, pois o Egito, apesar da escravidão, parecia oferecer mais facilidades.
O mundo do pecado do qual saímos também parece assim quando se olha para trás. ?Muitos pensam: quando eu era descrente as coisas eram mais fáceis?, ?no passado eu não precisava ser honesto, podia aceitar uma propina, fazer uma fraude e tudo estava resolvido?.
?    O risco da murmuração que fez com que muitos não alcançassem Canaã (23 mil caíram). Como é difícil não reclamar! Com é duro ficar calado e não reclamar! Poucos resistem e saem falando mal da igreja, do pastor, dos irmãos, da vida e até... de Deus.
?    O deserto oferece ídolos: o povo hebreu substituiu no deserto Deus por ídolos. O deserto em que caminhamos também oferece os ídolos do dinheiro, do poder, a sedução de um passe de mágica que resolva tudo.

Paulo escreve dizendo que estas coisas aconteceram para exemplo nosso. Nós já sabemos da realidade do deserto, então por que murmurar, olhar pra trás e buscar ídolos?

É bom sabermos que nunca faltou aos Hebreus a provisão de Deus. Ele os guiou com uma nuvem durante o dia e uma coluna de fogo à noite. Deus enviou o maná dos céus e demonstrou imenso amor e cuidado com o seu povo, mesmo em meio ao deserto.

O deserto é ruim, mas é necessário. Ele é o lugar onde conhecemos a nós mesmos, nossos medos e onde aprendemos a depender de Deus. É o lugar de provas espirituais. Deus já nos conhece plenamente, nós é que, em meio à prova, sabemos o quanto verdadeiramente confiamos em Deus, na sua soberania e no seu cuidado. O deserto mostrou quem verdadeiramente eram aqueles 32 mil que se prostraram por não aceitarem a adversidade.

Os grandes homens de Deus passaram pelo deserto e saíram de lá para marcarem seus nomes na história do povo de Deus:

Abrão: peregrinou por lugares e campos desertos até se tornar o pai da fé.

Moisés: o libertador do povo de Israel teve que sofrer com as lutas do deserto até se tornar um grande comandante do povo hebreu..

João Batista: vivia e pregava no deserto e preparou caminho para o Messias. (Mateus 3:3b).

Mesmo Jesus foi levado ao deserto pelo espírito de Deus e lá foi tentado pelo diabo. (Mateus 4:1). As tentações se mostraram a Cristo no deserto, mas Ele resistiu a todas e cumpriu fielmente o propósito do Pai sem reclamar, sem sucumbir, sem se prostrar antes as ofertas do diabo.

O deserto não é Canaã, mas conduz a ela. Ainda não estamos no céu (a Canaã celestial), mas caminhando para ele sofrendo as agruras do deserto e aprendendo as lições de um mundo árido, sem justiça e sem temor a Deus.
Nos desertos das lutas, das dores, das dificuldades é que ficamos a sós com Deus e provamos se a nossa fé é verdadeira.

Deus nos permite passar por desertos para que cresçamos nele. Cresçamos em graça, amor, misericórdia e em santidade. Por isso:

Para o perfeccionista, o deserto da imperfeição.
Para o ativo, o deserto da inutilidade.
Para o orgulhoso, o deserto da humilhação.
Para o soberbo, o deserto da pobreza.
Pra o presunçoso, o deserto do sofrimento que conduz à humildade.


O deserto nos traz também coisas boas, grandes bênçãos (o maná, a água, a coluna de fogo à noite e a nuvem durante o dia). Isso traduz a proteção e o cuidado de Deus para conosco.

Lembre-se que As Leis Divinas foram entregues a Moisés no deserto e que Jesus venceu as tentações no deserto.

Paulo encerra este trecho no verso 13 de 1Co 10 nos trazendo uma promessa de Deus. ?Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar?.

sexta 11 maio 2012 07:59 , em Gotas Biblica


VOCÊ E ESPECIAL PRA MIM.

Alguém se importa com você. Ele conhece suas circunstâncias atuais. Ele conhece até os seus pensamentos. E Ele lhe diz o seguinte: ?Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei?, Mateus 11: 28.

Descanso, descanso de verdade, das preocupações da vida, é o que Jesus Cristo lhe oferece. Descanso do medo e da culpa, das inquietações e da frustração da solidão e do desapontamento.

Se você está lutando contra as pressões da vida, Ele se oferece para ajudá-lo a carregar o seu fardo: ?Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve?, Mateus 11:29.30. Se você está em busca de paz para a sua mente e alma, Ele lhe oferece a Sua paz: ?Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize?, João 14: 27.

Sim, Jesus se importa com você. Ele, Deus Filho, tornou-se homem para libertá-lo das conseqüências do pecado. Em Seus 33 anos de vida na terra, sofreu rejeição, maus tratos e crueldade. Passou fome, sede e sofreu dores. E morreu na Cruz do Calvário para cumprir o plano divino da salvação: ?Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados?, Isaías 53:5. Quando Ele ressuscitou dos mortos, triunfou sobre o pecado e a morte, prometendo a todos que o aceitassem: ?Porque eu vivo, vós também vivereis?, João 14:19.

Você pode ter certeza de que neste exato momento Jesus está pensando em você e quer atender as suas necessidades. Pois o Salvador ressuscitado é Deus e homem; sendo homem, entende cada uma de suas necessidades; sendo Deus, tem poder para libertá-lo.

Sendo Jesus o Filho de Deus ressuscitado, Ele tem poder para perdoar os seus pecados e lhe dar uma vida nova, eterna: ?Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo?, Romanos 10:9.

Jesus entende os seus sentimentos e necessidades porque viveu na terra como homem. Ele lhe oferece paz interior e força através do Seu Espírito. Ele lhe oferece incentivo e companheirismo através do Seu povo. Ele lhe revela um novo modo de viver em harmonia com Deus e os homens através de Sua Palavra, a Bíblia. E Ele mesmo está á direita de Deus, no céu, representando aqueles que confiaram nele. ?Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna?, Hebreus 4: 16.

Sim, venha hoje a Jesus Cristo. Aceite-o como seu Salvador e Amigo. Então você também conhecerá a verdade, o poder e "o amor" que se encontram nessa Pessoa gloriosa, o Senhor Jesus Cristo.

Procure uma igreja mas proxima de você (Jesus tem uma Grande benção pra te dar)

Pr. Wilson Fernandes Guerreiro

sexta 11 maio 2012 07:19 , em Palavra que Transforma


O perdão sem arrependimento é bíblico?


Postado por Carlos Seino
(achei interessante o texto a seguir, pois expressa uma idéia que geralmente foge do senso comum, qual seja, a opinião de que o cristão tem que perdoar incondicionalmente a todos que o ofendem, independentemente destes se arrependerem ou não. Estaremos, muitos de nós, impondo sobre os ombros das pessoas jugos dos quais nem mesmo Cristo colocou? Vale a pensa meditarmos no assunto).

Por: Wilson Fernandes Guerreiro

Uma avaliação sobre o ensino do "perdão incondicional".

Durante o velório da jovem Eloá, sua mãe, marcada pela tragédia, fez uma afirmação muito forte diante de todos, ela disse: - "Eu consigo perdoar o Lindenberg de todo o meu coração". Penso que sua afirmação está exata, pois ela não disse apenas eu perdôo, ela disse "eu consigo perdoá-lo", e essa palavra faz uma grande diferença no assunto do perdão. Vejamos:

É muito comum quando ouvimos falar sobre perdão, alguém dizer que temos de perdoar incondicionalmente, será esta uma ação bíblica?

Há um intenso debate aqui, se tomarmos esta questão superficialmente, rapidamente poderemos ser levados a pensar que sim, que devemos perdoar incondicionalmente, mas aqui, uma vez mais fica evidenciado a necessidade de sempre que possível procuramos conceituar o mais corretamente possível os termos teológicos,sob pena de acabarmos desenvolvendo pensamentos humanos, racionais e sentimentais, mas sem base bíblica.

O que significa algo incondicional? Incondicional é a qualidade daquilo que não exige nenhuma condição prévia para sua realização plena. O amor de Deus é incondicional, pois não existe nada em nós que sirva como pré- requisito ou exigência para sermos amados por Ele. Porém dai dizermos que o perdão tem esta mesma característica de incondicionalidade é outra coisa.

Sendo verdade o que acabo de dizer temos de, com a ajuda do Senhor, viver na busca de amar a todos incondicionalmente. Mas, e sobre o perdão devemos seguir a mesma estrada da incondicionalidade? Entendo que se quisermos ser fiéis ao relato bíblico; não.

Há um grande numero de escritos circulando no meio evangélico defendendo enfaticamente a tese de que devemos perdoar incondicionalmente. Esta literatura é muito popular e dessa forma tem influenciado o pensamento de muitos, levando-os a pensar que este é um ensino natural nas Escrituras, mas não o é.

Jesus Cristo como suprema revelação divina deve ser para todos nós o modelo, o paradigma perfeito para todas as nossas ações, o que inclui o ato de perdoar.

Como Cristo sendo o expositor dos propósitos do Pai perdoa? Ele perdoa como uma resposta ao arrependimento daquele que ofendeu. Isso significa que o perdão sem arrependimento do ofensor não se torna algo pleno e bíblico de fato. Isso está respaldado na própria dinâmica das relações Deus x humanidade já descritas no AT.

"Portanto, ó nação de Israel, eu os julgarei, a cada um de acordo com os seus caminhos. Palavra do Soberano, o SENHOR. Arrependam-se! Desviem-se de todos os seus males, para que o pecado não cause a queda de vocês. Livrem-se de todos os males que vocês cometeram, e busquem um coração novo e um espírito novo. Por que deveriam morrer, ó nação de Israel? Pois não me agrada a morte de ninguém. Palavra do Soberano, o SENHOR. Arrependam-se e vivam!" Ezequiel 18.30-32

Ainda podemos ver isso no relato de Jonas no cap.3 onde um verdadeiro arrependimento foi manifestado pelo povo de Nínive e Deus os poupou através do perdão na forma do livramento do juízo iminente.

João o apóstolo do amor afirma em 1 João 1.9 "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça".

Em Lucas 17.3-4 está registrada a palavra de Jesus que diz; "Tomem cuidado". Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe. Se pecar contra você sete vezes no dia, e sete vezes voltar a você e disser: 'Estou arrependido', perdoe-lhe"(NVI).

Está claro aqui nestes textos a condição do arrependimento antes do perdão, tanto no sentido vertical quanto horizontal do problema.

O teólogo inglês Brian Edwards afirma: "O perdão de Deus, assim como seu amor e sua graça, é imerecido, ilimitado e infinito, mas não é incondicional. Sempre que oferece perdão, Deus o faz sob a condição de arrependimento".[1]


O velho teólogo também inglês John Stott fala-nos da "paz barata", parafraseando Bonhoeffer que falou da "graça barata", Stott afirma que quando proclamamos um perdão (paz) sem arrependimento, estaremos proclamando uma falsa paz ou "paz barata" como os falsos profetas anunciavam "paz, paz! Quando não havia paz de verdade.[2]

Fazer isso não é nem bíblico e nem cristão.

A paz verdadeira mediante o perdão implica na existência do arrependimento por parte do ofensor e da liberação do perdão por parte do ofendido.

Somos ensinados na Bíblia a perdoar como Deus em Cristo nos perdoou.

"... perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo" Efésios 4.32b (NVI)

"Perdoem como o Senhor lhes perdoou" Colossenses 3.13b (NVI).

Como somos perdoados por Deus em Cristo? Como o Senhor nos perdoou?

A resposta bíblica é: somos perdoados em Cristo quando tocados pelo Espírito Santo, que nos convence dos nossos pecados (que ofendemos a Deus), nos arrependemos diante do Senhor (o ofendido) e lhe pedimos perdão. A chamada ao arrependimento está clara nas escrituras.

João Batista pregou o arrependimento João 3.3

Jesus pregou o arrependimento. Mateus 4.17 e ordenou aos seus discípulos que continuassem pregando-o. Lucas 24.46-47

Pedro continuou pregando o arrependimento. Atos. 2.38; 3.19

Paulo pregou o arrependimento. Atos 17.30; 26.20; 2 Co. 7.10

O arrependimento está no centro da pregação cristã. E tudo isso para que? Para que haja perdão verdadeiro e completo. Alguém ainda pode dizer: "Mas isso é assim quando se refere a Deus, mas isso não é verdade nas relações humanas". Mas nas relações interpessoais não é diferente, só podemos falar em um pleno perdão quando há reconhecimento do erro por parte do ofensor e a conseqüente busca pelo perdão do ofendido. Ai podemos falar de um perdão bíblico e, portanto verdadeiro.O casal de conselheiros cristãos Jacques e Claire Poujol citando o teólogo Paul Wells, afirmam:

"Sobre aqueles que querem perdoar sem o arrependimento, Wells acrescenta: 'seríamos nós mais santos que Deus? Nosso arrependimento é necessário ao Seu perdão, o de nosso ofensor não é menos necessário para o nosso".[3]

Se pensarmos em um perdão incondicional vindo de Deus, seremos levados a uma conclusão natural – o universalismo, pois se o sacrifício de Cristo não exige mudança de vida, na forma do arrependimento, a conseqüência natural seria uma obra salvífica universal, alcançando incondicionalmente a todas as criaturas, não importando na verdade nem em quem ela crê. Isso é antibíblico porque a verdadeira fé em Cristo ou fé salvadora implica em um arrependimento de pecados diante do Deus revelado em Cristo.

E aqueles casos em que não é possível saber se houve um arrependimento do ofensor, por exemplo, quando este já morreu, como agir? Penso que podemos responder a esta pergunta com um princípio bíblico que se aplica ao contexto da dinâmica de relações: ofensor, ofendido e o perdão. Quando falamos que o perdão pleno ocorre quando há o pedido do perdão por parte do ofensor, não queremos dizer que se isso não ocorrer o ofendido deve se manter endurecido, irado, mantendo arquivado a amargura e o desejo de vingança. De forma nenhuma, pois nada disso é cristão e conseqüentemente bíblico.

O Cristão verdadeiro dever sempre manter em seu coração uma atitude positiva pró-perdão, seu coração deve estar tocado pela graça no sentido de que ele permaneça puro, (conf. Colossenses 4.12-13) onde toda a dor da ferida recebida seja entregue ao justo juiz, aquele que julga retamente e que alivia a nossa alma (Rom. 12.17-20; Ef. 4.27, 31-32; Tiago 1.19-20). É preciso depositar aos pés de Jesus toda a nossa dor, angústia, ira e revolta. Nele temos paz e assim receberemos uma disposição perdoadora. Dessa forma estamos puros diante de Deus, e podemos viver o resto da vida sem amarras às feridas que recebemos de alguém que não mais poderá nos pedir perdão e acertar a situação. Isso se aplica também aos vivos, pois até que haja um encontro de acertos de contas visando resolver o problema, nosso coração deve manter-se puro, sem raízes de amargura, mas mantido em uma pré-disposição positiva na direção do perdão, liberando-o sempre que for requerido coerentemente. Tudo isso feito na força da graça do Senhor, gerando assim uma cura completa do ofensor e do ofendido, mesmo que os relacionamentos nunca mais possam vir a ser os mesmos. (Você conseguiria ser amigo de alguém que lhe tenha estuprado ou de um assassino do seu filho?) Uma coisa é perdoar e até servir ao ofensor, outra coisa é ter um relacionamento profundo de amizade e comunhão. Deus pode fazer um milagre em nossas vidas até nisso, mas a Bíblia deixa claro que mesmo quando ocorre um perdão verdadeiro, algumas conseqüências podem permanecer. Exemplo: Deus perdoou o povo no deserto, mas não permitiu que os mesmos entrassem na terra prometida, Deus perdoou o pecado de Davi, mas não impediu seu sofrimento familiar, Jesus perdoou o ladrão que estava pendurado à sua direita, mas não impediu a sua morte, Jesus pediu ao Pai que perdoasse aos seus algozes (e alguns foram perdoados, pois certamente se arrependeram – vide Lucas 23.44-48), mas isso não impediu a destruição de Jerusalém algumas décadas depois, conforme o próprio Jesus profetizou.

Agora e aqueles textos bíblicos que parecem dizer que o perdão é incondicional? Bem, temos de nos lembrar que para fazermos uma correta e ética interpretação não podemos isolar textos bíblicos, temos de analisá-los a luz de todo o contexto das Escrituras e o que vimos até aqui já nos serve um pouco como arcabouço para entendê-los corretamente. Vejamos alguns:

Mt 6.12,14-15 (o pai nosso), Não é dito nestes textos que o perdão seja incondicional, mas sim que um verdadeiro cristão deve sempre estar pronto a perdoar quando lhe for requerido dentro das condições estabelecidas pela própria escritura. Aquele que é alcançado pelo perdão divino deve ser um canal desse perdão para outros.

Mt. 5.44 Orar pelos inimigos envolve o pedido para que Deus aja na vida destes e a maior benção que Deus pode trazer a estes será o arrependimento para que haja perdão, tanto humano como divino. O cristão não pode buscar vingança, mas justiça.

Mc. 11.25 Novamente é destacado neste texto o imperativo do perdão, mas não do perdão incondicional, mas do perdão sob a condição bíblica do arrependimento do ofensor. Se um cristão não perdoa a alguém que lhe pede perdão o pecado está estabelecido e a comunhão com Deus seriamente prejudicada. Um coração perdoador é vital para uma real comunhão com Deus.

Lc. 23.34 Este pedido de Jesus não é uma generalização do perdão sem arrependimento, mas um pedido ao Pai para que mesmo diante de um mal tão terrível, ainda haja perdão para os pecadores arrependidos, sejam eles quem forem, pois era para isso também que a morte de Jesus estava acontecendo.

Concluímos diante de tudo o que foi exposto até aqui que:

a) O perdão é ilimitado, mas não incondicional. Conforme Lucas 17.3-4

b) O perdão verdadeiro é um desafio a fé, mas é possível pela graça de Deus derramada em nossos corações. Quando perdoamos estamos "apenas' repassando a mesma graça com a qual fomos contemplados por Deus.

c) O perdão nos moldes das Escrituras nunca é algo superficial ou leviano, mas algo sério e profundo, onde o arrependimento sempre é esperado daqueles que erraram. Não é assim, por exemplo, que a disciplina eclesiástica bíblica correta deve funcionar sempre, restaurando pecadores a comunhão do corpo mediante um testemunho claro de arrependimento por parte destes?

d) O perdão pleno se dá mediante confrontação, acerto e encontro entre as partes sempre que possível, pois somente assim as coisas são tratadas e o perdão é liberado e recebido conscientemente gerando todo o seu potencial de cura e libertação mútua.

e) A parte ofendida deve sempre manter-se positiva em relação ao perdão dos seus ofensores, seu coração deve estar pronto a, com a ajuda do Senhor, liberar o perdão sempre que lhe for requerido de forma coerente. Se deixarmos de perdoar estamos incorrendo em pecado e nos dispondo a sofrer todas as conseqüências desse ato anti-bíblico; pois um coração que não perdoa traz para si conseqüências terríveis em todos os níveis da existência.

f) A atitude de Jesus descrita por Pedro em 1 Pedro 2.23 é o nosso grande modelo; vingança jamais; revide nunca; mas uma entrega confiante da situação ao justo juiz de toda a terra; sempre.

g) As alternativas à falta de arrependimento do ofensor não são a ira ou a vingança , mas a compaixão e a entrega submissa a Deus de toda a situação sofrida.

h) Podemos entender então a razão de Jesus nos ensinar a orar pelos nossos perseguidores e não de perdoá-los automaticamente conforme Mateus 5.44. O texto anterior nos lembra que é bíblico orar pelos ofensores para que Deus lhes traga o arrependimento e assim sejam salvos e perdoados. O que não implica na rejeição da aplicação correta das penas humanas ou criminais pelos atos cometidos.

i) Mesmo quando perdoamos continuamos a não ter nenhum mérito na graça perdoadora de Deus. Somos perdoados pela graça, e não porque fomos capazes de perdoar alguém que nos pediu perdão, Lucas 17.10 diz que mesmo quando fizermos aquilo que Deus nos manda fazer continuamos sendo servos totalmente carentes de sua graça.

Vale lembrar que: "O arrependimento não compra o perdão. Cristo pagou pelo nosso perdão em sua morte. Mas, tendo pago o resgate, deu-nos autoridade para perdoar pecados gratuitamente, de sorte que agora temos autoridade para perdoar outros. Somos solicitados a declarar perdão a todos os que verdadeiramente se arrependem, que respondem à Palavra de Deus, e ao Espírito de Deus".[4]

Perdoar é de Deus, aprendamos a perdoar com Deus e perdoemos com a força que Ele mesmo nos dá.

sábado 05 maio 2012 21:24 , em Palavra que Transforma


POR QUER FALTA AMOR ENTRE PAIS E FILHOS????

Blog de guerreirocaina :A  PALAVRA  VIVA, POR QUER FALTA AMOR ENTRE PAIS E FILHOS????

MEU PAI É O pior PAI do mundo? ´so gostaria de uma coisa : O AMOR DELE! , ele so sabem me bater, me xingar hoje mesmo meu pai me deu um chute na costela só porque eu queria fazer brigadeiro! estou digitando essa mensagem com maos tremulas de tanta dor! estou toda mac hucada, por dentro e por fora! minha mae ficou so olhando tudo o que ele fazia comigo, ele dizia: 'ninguem gosta de voce!voce éum demonio! DIGO PARA TODOS QUE SOU CHATA PORUQE SOU FELIZ E ELES NAO GOSTAM DE MIM POR ISSO, MAIS ELES NAO SABEM O QUE PASSO COM MEU PAI! EU NAO SOU NINGUEM! ESTOU EM DEPRESSAO. POR ISSO NAO COMO , NAO BEBO mais NADA, VOU MORRER! ISSO QUE MEU PAI DISSE PRA MIM, 'SE MATE, BEBA AGUA SANITARIA, SE JOGUE DEBAIXO D UM CARRO, EU NO GOSTO DE VC , EU TE ODEIO! pq senhor pq me deu esta vida? eu queria uma vida em que eu fosse amada por meu pai, mais ninguem somente o meu pai, a pessoa que mais amava nesse mundo, mais vejo que ele nao merece todo esse amor que sintia por ele! eu sou humilhada por meu pai, acho que ninguem gostaria de ser EU!.

Queridos irmãos em cristo Jesus, este é o depoimento de uma jovem moradora de vitória por esta cansada de constantemente apanha de seus pais, e neste domingo como ela relata, recebeu de seu pai uma brutalidade.
Pessoa que os amado orem em favor desta jovem, pra que Deus tenha sobre ela a suas mãos protetora.

OBSTÁCULOS Á PRÁTICA DO AMOR EM FAMÍLIA
Texto bíblico – Efésios 5.21 e I Coríntios 13. 8
“Sujeitem-se uns aos outros por temor a Cristo”e “o amor nunca perece”
INTRODUÇAO
Vivemos dias sombrios em todo mundo. Tempos sem amor. O próprio Jesus deixou o alerta ao afirmar que “devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará” (Mt 24.12). Trata-se de um aviso que deve ser seriamente considerado na vida de cada cristão, especialmente pelo fato de que a Bíblia destaca o amor como a principal virtude cristã (1 Coríntios 13.1, 13), o que não deve ser estranho , na medida em que sabemos que “Deus é amor” (1 João 4.8, 16).

Mas o nosso Deus continua sendo o Deus do Amor. Nosso Deus é amor e por conseqüência a nossa Bíblia é livro do amor. E isso é por demais claro no texto bíblico. Conhecer o Amor de Deus e seu projeto é saber que Deus tem o seu plano de amor para a Família. Isso inclui desde o namorado, o noivo desejando se casar e que muitas vezes tem como trava maior a falta de amor verdadeiro. Os que desejam se casar afirmam sempre que vão se casar por amor, mas muitos deles nem sabem ao certo que é o amor. Eles não explicam como exercitarão o seu amor. Que tipo de amor? Nem base firme para o amor como sugere I aos Coríntios: O Amor definido.

Isso inclui também os casamentos que nos últimos anos já não resistiram durar cinco ou até dez anos. Eles acabaram às vezes antes de começar a vida de casados, já no noivado. Tenho acompanhado casamentos se acabando após seis meses ou um ano de vida conjugal. Eles acabam por causa, entre outros motivos, de ciúme do tipo possessivo e dominante, acabam por causa de desajuste na área financeira, falta de boa ambição de viver a vida, falta de sentido na vida, falta de respeito à mulher como uma pessoa criada pelo mesmo Deus. Muitos batem nas suas esposas. Eles acabam por causa da falta de verdade nas suas vidas. Falta completa do verdadeiro amor
Considerando isto...

1. Devemos buscar o verdadeiro amor no Deus eterno. É de Deus a iniciativa de amar.
“Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.”
“Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele.” (1 Jo 4.8,9)

Se quisermos praticar o verdadeiro amor, devemos procurar na Bíblia o que Deus nos ensina sobre o seu próprio amor, para conosco. Não são poucos os que definem o amor como “uma decisão de agir em favor de outro”. Alegam que não se trata de um sentimento, mas de uma ação em benefício do próximo. Tal compreensão, entretanto, é incompleta. Não basta o sacrifício.
Quando consideramos I Coríntios 13, uma das mais aclamadas descrições do amor, percebemos que o entendimento de Paulo sobre o assunto é contrário a esta posição. Realmente ele afirma que “... ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá” (v.3). O texto quer afirmar que mesmo que eu me sacrifique em favor de outros, se não tiver amor isso será inútil. Existe, portanto, uma distinção entre o amor e o agir em favor de outros.

As Escrituras parecem apontar para o fato de que o verdadeiro amor exige uma motivação correta. O amor cristão é fruto da compreensão do amor de Deus por nós. João afirma que “nós o amamos, porque ele nos amou primeiro” (1Jo 4.19) e que “nisto consiste o amor: não em que tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.10). Neste sentido, o nosso amor deve ser uma reação ao amor de Deus por nós, sendo que a principal expressão deste amor é a pessoa de Jesus.

Diante dessa percepção, entendemos que o amor bíblico declara ser uma decisão manifestada numa ação de obediência a Deus e em benefício do próximo (altruísmo), resultante da compreensão do amor de Deus por nós, demonstrado em Jesus Cristo.


Lemos em toda a Bíblia que Deus é amor (1 João 4.8, 16). Isso significa que Ele é a fonte do amor. É por meio dEle que esta virtude tem a sua origem. Isso também aponta para o fato de que sem Deus é impossível para o homem praticar o amor bíblico, pois apenas aqueles que estão em comunhão com o Senhor podem manifestar em suas vidas este atributo divino (1 João 4.7, 12).
Diante desta realidade, para que fosse possível ao homem amar, foi necessário que o próprio Deus nos amasse primeiro (1 Jo 4.10, 19) entregando o Seu Filho (1 Jo 3.16; 4.9) e habitasse em nós por meio de Seu Santo Espírito (Gl 5.22).

Como devemos agir?...

2. Como salvos em Cristo devemos tomar a decisão de amar sempre

“Aquele que afirma que permanece nele, deve andar como ele andou.” (1 Jo 2.6)
“Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.” (1 Jo 4.7)
“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus” (Fp 2.5)

Todos nós sabemos da carência da prática do amor entre muitos que servem a Jesus nas igrejas, nem sempre manifestam o amor cristão em suas vidas. Esse tem sido um dos grandes problemas da igreja em nossos dias, que tem sido influenciada pelo materialismo e individualismo mundano. E isso já é um obstáculo. Outro aspecto importante para se considerar é o papel do ser humano no amor.
Nosso Senhor nos deixou uma ordem: “um novo mandamento lhes dou: Que se amem uns aos outros. Como eu os amei vocês devem amar-se uns aos outros” (João 13.34). Amar é uma ordem. Isso significa que cabe ao ser humano obedecer. Este é o seu papel. Deve-se crer no amor de Deus e responder com uma decisão de amar. É, portanto, algo que envolve também a vontade humana, do contrário o Senhor não nos mandaria fazer algo que fosse totalmente independente de nós.

Isso nos leva a perceber que o amor de fato não é somente um sentimento. Romanos 5.8 diz que “Deus demonstra, prova, o seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores”. Certamente Deus não enviou Seu Filho porque olhou para a humanidade, viu algo especial e teve um “sentimento” favorável. Mesmo sendo criaturas corrompidas pelo pecado como somos, o Senhor nos amou e decidiu manifestar este amor a nós. Do mesmo modo, cabe ao ser humano decidir e agir de modo amoroso, independentemente do sentimento que as pessoas à sua volta lhe inspiram. Por isso temos a ordem de amar até mesmo os nossos inimigos (Mt 5.44).
Portanto, cabe a cada um de nós, a decisão de amar em resposta ao amor de Deus, sabendo que todos os recursos necessários para que isso aconteça, serão proporcionados pelo poder divino (2 Pe 1.3)

Porém existem obstáculos...
3. Há obstáculos que impedem a família de praticar o amor, inclusive no casamento

“Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados.” (1 Jo 5.3)
“Sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos (...) Mas, se alguém obedece à sua palavra, nele verdadeiramente o amor de Deus está aperfeiçoado.” (1 Jo 2.3,5a)

Nós é que criamos dificuldades em praticar a doce palavra do nosso
Deus. E aos Efésios 5.21 tem sido um desses textos. Muitos homens preferem oprimir a sua esposa pensando que ser homem é trazer a sua mulher subjugada. A
Bíblia diz que sejamos sujeitos uns aos outros em Cristo. Esse modelo bíblico de submissão a Cristo e amor uns aos outros só traz bênçãos. É o Amor verdadeiro.
A falta de amor tem esfriado muito os relacionamentos. Entre marido e mulher; pais e filhos; entre amigos; entre irmãos; entre os crentes. Porém a Palavra de Deus já nos preveniu de tudo isso (Mt 24:12). É dito que o próprio amor para com Deus esfriará.
A Bíblia também nos previne que nos últimos dias os seres humanos serão desobedientes e rebeldes (2 Tm 3:1-5). Esse texto não se refere somente a pessoas que estão fora dos muros da Igreja, mas, principalmente, as de dentro. Todas estas características são de pessoas, nas quais o amor esfriou, por Deus e pelo próximo.

Esse amor esfriado cria vários obstáculos no relacionamento entre os casais e entre pais e filhos. Podemos ver claramente este quadro hoje em nossas vidas, entre cônjuges, filhos, parentes, irmãos, amigos, conhecidos e desconhecidos, dentro da igreja. Onde está o amor? Relendo com calma I Coríntios vamos achar dezesseis termos práticos quanto ao que deva ser o nosso amor e ao mesmo tempo veremos quais os obstáculos à prática desse amor na família.


Observamos que os obstáculos vão se criando através de casais descomprometidos com o amor verdadeiro de Deus em Cristo e que ao contrário de Jesus eles com base em I Co 13, praticam a impaciência, a maldade, são invejosos, cheios de vanglória, orgulhosos, maltratam os familiares com palavras, gestos e ações, interesseiros, cheios de irritação, rancorosos, não praticam a justiça na família, são mentirosos, não amam a verdade, não encaram os sofrimentos da família com a graça de Deus, não crêem nos milagres de Deus, não sabem esperar, não suportam os outros e se tornam insuportáveis É como se lêssemos ao contrário

Estes são os terríveis obstáculos a vida amorosa de uma família. Pior no casamento. E deve ser por isso que os casamentos têm dificuldade hoje de chegar aos dez anos na sua maioria e ainda mais critico é que uma grande parte destes não chega aos cinco anos.
O Amor de muitos hoje não é sacrificial. Parece que as pessoas não se sacrificam mais por suas famílias como lemos na Bíblia, que diz: “Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos.” (1 Jo 3.16)
Se praticarmos o amor ensinado na Bíblia...

4. A vitória advém da atitude de nutrir o amor e muitas bênçãos virão sobre os casais e os filhos. Dá gosto viver numa família que se ama.

A chave é Amar verdadeiramente
“Só quando uma pessoa se ama verdadeiramente é capaz de amar os outros.”
(Eric Fromm)
Que devemos fazer para tanto...

a) Vencer os obstáculos oferecendo aos filhos um Amor bíblico coerente. – Tudo deixa a sua impressão na mente juvenil. A fisionomia é estudada, a voz tem sua influência, o comportamento é por eles imitado bem de perto. Pais e mães irritadiços e impertinentes estão dando aos filhos lições que, algum dia, eles repetirão Os filhos precisam ver na vida dos pais aquela coerência que está em harmonia com a sua fé. Aquela calma. Por revelar uma vida coerente e exercer domínio próprio, os pais podem modelar o caráter dos filhos.

b) Vencer os obstáculos honrando a Deus e compartilhando o Amor bíblico. – Começa com o casal. Se estiverem bem, eles compartilham isso com os filhos. Graças a Deus que existem Pais e mães que põem a Deus em primeiro lugar na família, que ensinam os filhos a considerar o temor de Deus como o princípio da sabedoria, que glorificam a Deus diante dos anjos e dos homens, oferecendo ao mundo o espetáculo de uma família bem dirigida e bem educada – uma família que ama e obedece a Deus e contra Ele não se rebela.
Cristo não será um estranho numa família assim. Seu nome ser-lhes-á familiar e o reverenciarão e o glorificarão. Os céus se regozijam numa família assim, em que Deus reina soberano e os filhos são ensinados a honrar a fé cristã, a Bíblia e o Criador. Essas famílias têm direito à promessa: “aos que me honrarem, meu Pai os honrará.”

c) Vencer os obstáculos com o Amor bíblico na Educação cotidiana da Família . – A fé viva em Cristo no lar tem sido muito negligenciada. No lar em que a fé em Cristo é coisa prática, grande bem é realizado. A fé viva em Cristo levará os pais a fazer exatamente a obra que Deus lhes designou que fizessem no lar. Os filhos serão criados no temor e admoestação do Senhor.

A razão por que a juventude do presente não é tanto mais inclinada para a religião é que a sua educação é defeituosa. Não se exerce para com os filhos o verdadeiro amor quando se lhes permite tolerar paixões ou quando a desobediência as determinações é deixada sem punição. A fé viva em Jesus não tem sido a vida religiosa das famílias. Esse é o obstáculo maior

Palavras finais
“Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros.”
(1 Jo 4.11)
A Bíblia nos ensina e nos mostra claramente que a nossa regeneração é proveniente da misericórdia. Na Primeira Epístola de Pedro 1:3 diz: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”.

Tudo o que Deus fez e a sua Graça foi planejada de acordo com Sua misericórdia em amor. Sua graça é dirigida por Sua misericórdia, e Sua misericórdia é dirigida por Seu amor. É segundo a Sua grande misericórdia que Deus nos regenerou para uma viva esperança mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

Desta forma, tanto a regeneração quanto a viva esperança estão relacionadas com a misericórdia. Por existir a misericórdia, existe a graça. Assim a sua família será como um cantinho do céu, um cantinho de Deus no mundo.

Pr. Wilson Fernandes Guerreiro

domingo 29 abril 2012 22:18 , em Momento de Reflexão


TEMPO DA PARTIDA

6 Quanto a mim, a hora já chegou de eu ser sacrificado, e já é tempo de deixar esta vida. 7 Fiz o melhor que pude na corrida, cheguei até o fim, conservei a fé. 8 E agora está me esperando o prêmio da vitória, que é dado para quem vive uma vida correta, o prêmio que o Senhor, o justo Juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas a todos os que esperam, com amor, a sua vinda.
Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. 2 Timóteo 4:7

Toda jornada tem um começo e um fim. Apesar da nossa vida com Cristo nunca terminar, sabemos que nossa jornada na terra não durará para sempre. O apóstolo Paulo se preparou para esse encontro importante. Seus pensamentos sobre o fim desta vida 8. A FÉ NOS LEVA A ACEITAR A SOBERANIA DE DEUS

Ter fé é pedir, confiando que receberemos, segundo a vontade de Deus.

E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve e, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que já alcançamos as coisas que lhe temos pedido. (1João 5.14-15)

TEMPO DA PARTIDA
Leia:
2 Timóteo 4:6-8
na terra eram cheios de turbulência emocional e imaginação. Ele era sincero ao falar da sua tristeza, assim como era forte na sua esperança cristã.Quando Paulo reflete sobre seus anos como apóstolo de Cristo, pode ser uma surpresa notar que ele usa linguagem esportiva. Paulo diz que ele terminou com sucesso a corrida, seguindo as regras — os ensinamentos de Cristo. Ele manteve a fé e agora está pronto para receber o prêmio do Juiz — uma bela coroa de justiça. Através do seu ministério, Paulo teve fé em seu Salvador. Ele faz o mesmo ao chegar ao fim da sua peregrinação espiritual nesta terra e anseia pela sua nova aventura na presença de Deus. Quando a nossa jornada seguir seu rumo, seremos capazes de dizer que combatemos o bom combate e mantivemos a fé? Seremos recompensados com uma coroa de justiça? A graça de Deus nos guia a cada dia e somente pela sua graça podemos ser fiéis, coroados para viver na presença de Jesus para sempre.

Pense:
Curta ou longa, temos uma jornada nesta vida. É importante chegar ao fim sem perder a fé.
Ore:
Pai, cada hora nesta terra é uma preparação para nos encontrarmos contigo. Guia-nos sempre nos teus caminhos e faze-nos dignos em Cristo de recebermos a tua coroa de justiça. Em nome de Jesus. Amém.

domingo 29 abril 2012 09:25 , em Momento de Reflexão


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